Muitas construtoras em São Paulo subestimam o comportamento do subleito ao projetar um pavimento flexível. O erro mais comum é usar valores padronizados de CBR sem considerar a variabilidade dos solos paulistanos. A cidade tem uma geologia complexa, com argilas porosas e solos residuais que mudam de comportamento com a umidade. Ignorar isso leva a trincas prematuras e deformações na pista. Por isso, um projeto de pavimento flexível em São Paulo precisa começar com uma investigação geotécnica de verdade. Antes de definir as camadas, é essencial realizar ensaios de CBR vial para determinar a capacidade de suporte real do subleito. Sem esse dado, qualquer cálculo de espessura é chute.

Em São Paulo, o erro de não medir o CBR real do subleito é o que mais gera patologias em pavimentos novos.