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Ensaio de Permeabilidade em Laboratório em São Paulo

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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Um erro comum que vemos em obras na zona sul de São Paulo é projetar sistemas de drenagem sem conhecer o coeficiente de permeabilidade do solo. Já pegamos caso em que o engenheiro assumiu um valor típico de argila e o sistema simplesmente não funcionou. O ensaio de permeabilidade em laboratório resolve isso de forma controlada. Com amostras indeformadas coletadas em campo, determinamos o k (cm/s) sob carga constante ou variável, conforme a faixa de solo. Em solos finos da capital, a carga variável é a escolha certa. O resultado alimenta cálculos de rebaixamento, drenagem e estabilidade de taludes. Sem esse dado, você trabalha no escuro.

Illustrative image of Permeabilidad laboratorio in
Em solos finos da Bacia de São Paulo, o coeficiente de permeabilidade varia até três ordens de grandeza entre dois pontos distantes 50 metros.

Metodologia e escopo

Comparando solos da região do Brooklin com os do Morumbi, a diferença de permeabilidade é gritante. Enquanto o primeiro tem argilas siltosas com k na ordem de 10⁻⁶ cm/s, o segundo apresenta camadas de areia fina que podem chegar a 10⁻³ cm/s. O ensaio de permeabilidade em laboratório capta essas variações. Trabalhamos com corpos de prova extraídos de blocos indeformados ou amostras Shelby, seguindo a ABNT NBR 13292:2021. A escolha entre carga constante ou variável depende da textura do solo: para siltes e argilas, carga variável é padrão; para areias, a constante é mais adequada. Complementamos a análise com o ensaio de granulometria para correlacionar com a curva de distribuição, e com o ensaio de adensamento quando o fluxo é crítico para recalques.
Imagem técnica de referência — São Paulo

Considerações locais

A NBR 13292:2021 é clara: o ensaio de permeabilidade em laboratório deve ser feito com amostras representativas. Em São Paulo, onde o perfil de solo muda de um lote para outro, ignorar esse ensaio pode gerar erros grosseiros em projetos de drenagem e contenção. Já vimos um empreendimento em Perdizes onde o k estimado era 10⁻⁵ cm/s e o real era 10⁻⁷ cm/s – o sistema de rebaixamento subdimensionado custou caro. A combinação com o ensaio de permeabilidade em campo é recomendada para validar resultados em escala real. Não arrisque sem dados.

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Vídeo explicativo

Parâmetros técnicos

ParâmetroValor típico
Método de ensaioCarga variável (ABNT NBR 13292) ou carga constante
Tipo de amostraIndeformada (bloco, Shelby) ou compactada
Faixa de medição (k)10⁻⁴ a 10⁻⁸ cm/s (carga variável); 10⁻¹ a 10⁻⁴ cm/s (carga constante)
Altura do corpo de prova5 a 15 cm, diâmetro de 5 a 10 cm
Condições de saturaçãoSaturação por contrapressão ou por capilaridade
Temperatura de referência20 ± 2 °C para correção da viscosidade

Serviços técnicos associados

01

Ensaio de Carga Variável

Indicado para solos finos (argilas e siltes). Medimos o k em amostras indeformadas ou compactadas, com saturação controlada e correção de temperatura. Resultado em até 7 dias úteis.

02

Ensaio de Carga Constante

Para solos granulares (areias e pedregulhos finos). Aplicamos gradiente hidráulico constante e medimos o volume percolado. Ideal para projetos de drenagem e filtros.

03

Permeabilidade em Amostras Compactadas

Simula condições de campo após compactação. Usamos corpos de prova moldados na energia Proctor normal ou modificado. Essencial para aterros e barragens.

04

Relatório Técnico Completo

Inclui curva de permeabilidade versus gradiente, foto do corpo de prova, dados de saturação e interpretação para projeto. Assinado por engenheiro geotécnico responsável.

Normas aplicáveis

ABNT NBR 13292:2021 – Solo – Determinação do coeficiente de permeabilidade de solos granulares e finos, ABNT NBR 6502:1995 – Rochas e solos – Terminologia, ABNT NBR 13292 – Standard Test Method for Permeability of Granular Soils (Constant Head)

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre carga constante e variável no ensaio de permeabilidade?

Na carga constante, mantém-se um gradiente hidráulico fixo e mede-se o volume de água que percola. É usado para solos granulares, onde o fluxo é rápido. Na carga variável, a coluna d'água cai ao longo do tempo e mede-se a taxa de queda. É o método padrão para solos finos (argilas e siltes) em São Paulo, onde o k é baixo.

Quanto tempo leva para obter o resultado do ensaio de permeabilidade?

Para solos finos, o ensaio de carga variável leva de 3 a 7 dias úteis, dependendo da saturação e da permeabilidade. Solos granulares com carga constante podem ficar prontos em 2 dias. O prazo total inclui a preparação da amostra e o relatório técnico.

Qual o preço do ensaio de permeabilidade em laboratório em São Paulo?

O valor referencial fica entre R$ 910 e R$ 1.500 por amostra, variando conforme o método (carga variável ou constante), o tipo de amostra (indeformada ou compactada) e a urgência. Para grandes volumes, consulte nosso orçamento personalizado.

O ensaio de permeabilidade em laboratório substitui o ensaio de campo?

Não substitui completamente. O ensaio de laboratório mede o k em uma amostra pequena e controlada, ideal para caracterização. O ensaio de campo (como o slug test ou o permeâmetro de Guelph) avalia o solo in situ em maior escala. Recomendamos ambos para projetos críticos de drenagem ou rebaixamento em São Paulo.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em São Paulo e sua zona metropolitana.

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