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Análise granulométrica em São Paulo – Peneiramento e hidrômetro

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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São Paulo tem mais de 12 milhões de habitantes e uma altitude média de 760 m. O subsolo da cidade é um mosaico geológico: argilas porosas, areias finas e solos residuais de gnaisse e xisto. Para qualquer obra – de uma casa de dois andares a um edifício de 30 pavimentos – a primeira pergunta técnica é sobre a distribuição granulométrica do terreno. Sem esse dado, dimensionar fundações é chute. A análise granulométrica por peneiramento e hidrômetro revela a proporção de pedregulho, areia, silte e argila. Em solos paulistanos, onde a fração fina predomina, o hidrômetro é indispensável. Combinamos esse ensaio com a classificação de solos para enquadrar o material nos sistemas USCS e ABNT. E antes de definir o tipo de fundação, fazemos também um ensaio SPT para correlacionar textura com resistência.

Illustrative image of Granulometria in
Em solos finos de São Paulo, o hidrômetro não é opcional: sem ele, a fração argila simplesmente não aparece na curva granulométrica.

Metodologia e escopo

O clima de São Paulo é subtropical úmido, com chuvas concentradas entre novembro e março. Essa sazonalidade altera a umidade natural do solo, o que afeta diretamente o resultado do peneiramento. Por isso, a preparação da amostra segue a ABNT NBR 6457:2016, que exige secagem prévia ao ar. O ensaio se divide em duas etapas:
Em solos de origem sedimentar da bacia paulistana, o hidrômetro é o único método confiável para medir frações coloidais. Além disso, o resultado alimenta curvas granulométricas que usamos para calcular coeficientes de uniformidade e curvatura – parâmetros básicos para projetos de pavimentos e barragens. Quando o solo tem muito fino, recorremos aos limites de Atterberg para avaliar plasticidade. E para complementar o comportamento mecânico, aplicamos o corte direto em amostras representativas.
Imagem técnica de referência — São Paulo

Considerações locais

A ABNT NBR 6118:2014 e a NBR 6122:2019 exigem caracterização granulométrica para qualquer obra de médio a grande porte. Em São Paulo, ignorar essa etapa pode gerar sérios problemas. Solos argilosos da região (como a argila porosa da zona leste) apresentam alta compressibilidade e baixa permeabilidade – um prato cheio para recalques diferenciais. Já os solos arenosos da zona sul podem sofrer erosão interna se mal identificados. Sem a curva granulométrica, o engenheiro não sabe qual tipo de fundação é seguro. Já vimos casos de estacas mal dimensionadas porque a fração silte-argila foi subestimada. O risco não é teórico: é concreto e custa caro.

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Parâmetros técnicos

ParâmetroValor típico
Peneiramento grossoPeneiras 75 mm a 0,074 mm (ABNT)
Hidrômetro (sedimentação)Leituras em 0,5, 1, 2, 4, 8, 15, 30 min e 1, 2, 4, 24 h
Massa mínima da amostra500 g (solo fino) a 5 kg (solo grosso)
Coeficiente de uniformidade (Cu)Calculado da curva (D60/D10)
Coeficiente de curvatura (Cc)Calculado da curva (D30²/D10×D60)
Classificação USCSBaseada na granulometria + Atterberg
Incerteza do método±2% na fração areia; ±5% na fração argila

Serviços técnicos associados

01

Análise granulométrica completa (peneiramento + hidrômetro)

Ensaio completo conforme ABNT NBR 7181:2016, com curva granulométrica, Cu e Cc. Ideal para fundações, pavimentos e barragens.

02

Peneiramento fino isolado (peneiras #10 a #200)

Análise rápida para solos arenosos, sem hidrômetro. Prazo de 2 dias úteis. Indicado para controle de aterros e bases de pavimento.

03

Curva granulométrica para classificação USCS e ABNT

Resultado integrado com limites de Atterberg para classificação completa do solo (GW, CL, MH, etc.). Laudo com interpretação geotécnica.

Normas aplicáveis

ABNT NBR 6457:2016 – Preparação de amostras, ABNT NBR 7181:2016 – Análise granulométrica, ABNT NBR 7181(2007) – Standard test method for particle-size analysis, ABNT NBR 7181/D6913M-17 – Sieve analysis (peneiramento)

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre peneiramento e hidrômetro na análise granulométrica?

O peneiramento separa partículas maiores que 0,074 mm (pedregulho e areia) usando peneiras. O hidrômetro mede a sedimentação de partículas menores (silte e argila) em suspensão aquosa. Em São Paulo, onde solos argilosos são comuns, o hidrômetro é obrigatório para quantificar a fração fina.

Quanto custa a análise granulométrica em São Paulo?

O valor referencial fica entre R$ 220 e R$ 410, dependendo da quantidade de amostras e da inclusão ou não do hidrômetro. Para obras com mais de 5 pontos de coleta, oferecemos desconto progressivo. Consulte orçamento sem compromisso.

Em quanto tempo sai o resultado do ensaio granulométrico?

O prazo padrão é de 5 a 7 dias úteis após a chegada da amostra ao laboratório. Para peneiramento fino isolado, reduzimos para 2 dias úteis. O laudo inclui a curva granulométrica, coeficientes e classificação USCS.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em São Paulo e sua zona metropolitana.

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