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Ensaio de Densidade In Situ com Cone de Areia em São Paulo

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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O bairro do Morumbi, com seus solos residuais de alteração de gnaisse, é bem diferente da região do Brás, onde aterros e solos sedimentares dominam o subsolo de São Paulo. Para quem constrói na cidade, essa variação exige um controle de compactação rigoroso. O ensaio de densidade in situ com o método do cone de areia é a ferramenta padrão para verificar se o solo compactado atingiu o grau de compactação especificado em projeto. Em aterros de edifícios na Zona Sul ou em bases de pavimentos na Zona Leste, o ensaio de densidade de campo garante que o comportamento do solo seja o previsto. Antes de liberar uma camada, o engenheiro compara o resultado com o ensaio Proctor de referência. Em São Paulo, onde o ensaio Proctor define a umidade ótima e a massa específica seca máxima, o cone de areia valida a execução em campo.

Illustrative image of Densidad cono arena in
O cone de areia é o método mais direto e confiável para verificar a compactação em campo, desde que o operador siga a norma à risca.

Metodologia e escopo

O equipamento é simples, mas exige precisão. Um balão de borracha, uma placa base e areia calibrada de Ottowa compõem o kit usado nas obras de São Paulo. O procedimento segue a ABNT NBR 7185:2016. Abre-se um furo de aproximadamente 15 cm de diâmetro por 15 cm de profundidade no solo compactado. Toda a areia extraída é pesada e coletada para determinação da umidade. Em seguida, o cone é posicionado sobre a placa e a areia calibrada preenche o furo. O volume ocupado pela areia equivale ao volume do furo. Com a massa úmida e a umidade, calcula-se a massa específica seca do solo. Para aterros de grande porte, complementa-se com a placa de carga para avaliar a capacidade de suporte da camada compactada. O resultado é confrontado com o especificado — geralmente 95% ou 100% do Proctor Normal, dependendo da obra.
Imagem técnica de referência — São Paulo

Considerações locais

Um erro comum em obras de São Paulo é liberar a camada de aterro apenas com o controle visual. O solo parece firme, mas sem o ensaio de densidade de campo não se sabe o grau de compactação real. Em solos argilosos da região metropolitana, como os da bacia sedimentar de São Paulo, a umidade ótima é crítica. Se o solo estiver 2% acima da umidade ideal, a compactação cai drasticamente. Isso leva a recalques diferenciais no piso, trincas em alvenarias e até colapso de pavimentos. O ensaio de cone de areia evita esse risco. Ele é rápido, barato e fornece o dado essencial: a massa específica seca do solo compactado. Ignorar esse controle pode custar caro em retrabalho e em segurança estrutural.

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Parâmetros técnicos

ParâmetroValor típico
Diâmetro do furo15 cm
Profundidade do furo15 cm
Massa específica da areia calibrada1,45 a 1,55 g/cm³
Umidade do solo (método da estufa)Até 110°C por 24h
Grau de compactação mínimo (aterros)95% do Proctor Normal
Número mínimo de ensaios por camada1 a cada 200 m²

Serviços técnicos associados

01

Ensaio de Proctor (Normal e Intermediário)

Determinação da umidade ótima e massa específica seca máxima de referência. Realizado em laboratório conforme ABNT NBR 7182:2016. Essencial para interpretar os resultados do cone de areia.

02

Controle de Compactação em Aterros

Acompanhamento contínuo da execução de aterros em obras de edificações e pavimentação. Inclui ensaios de densidade in situ com cone de areia e verificação da umidade de campo.

Normas aplicáveis

ABNT NBR 7185:2016 (Ensaio de densidade in situ – método do cone de areia), ABNT NBR 7182:2016 (Ensaio de compactação – Proctor), ABNT NBR 6458:2016 (Determinação da umidade do solo)

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre o ensaio de cone de areia e o método do frasco de areia?

São o mesmo ensaio. O nome varia conforme a região do Brasil. A norma ABNT NBR 7185:2016 define o método como 'ensaio de densidade in situ – método do cone de areia'. O frasco de areia é o recipiente que armazena a areia calibrada. Na prática, o termo 'cone de areia' é o mais usado em São Paulo.

Quantos ensaios de cone de areia são necessários por camada de aterro?

A NBR 7185 não fixa um número mínimo, mas a prática em São Paulo recomenda 1 ensaio a cada 200 m² de camada compactada. Em áreas críticas, como encontros de pontes ou aterros sobre solos moles, a densidade pode ser de 1 ensaio a cada 100 m². O engenheiro responsável define a frequência no plano de controle.

Quanto custa um ensaio de densidade in situ com cone de areia em São Paulo?

O valor médio do ensaio em São Paulo fica entre R$ 260 e R$ 320 por ponto, incluindo coleta em campo, ensaio de umidade e emissão de laudo. O preço pode variar conforme o volume de ensaios e a localização da obra. Para grandes volumes, é comum negociar pacotes com desconto.

O ensaio de cone de areia pode ser usado em solos granulares?

Sim, desde que o solo granular tenha coesão suficiente para manter o furo aberto. Em areias puras e soltas, o furo desmorona e o método não funciona. Nesses casos, usa-se o método do balão de borracha (NBR 7185, Anexo A) ou o densímetro nuclear. O laboratório avalia a viabilidade antes de ir a campo.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em São Paulo e sua zona metropolitana.

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